Avaliação da Atuação do Governo Federal em Diversas Áreas - Setembro 2026
AVALIAÇÃO DA ATUAÇÃO DO GOVERNO LULA POR ÁREA - SETEMBRO/2026
• Novo levantamento da Ipsos-Ipec, realizado entre os dias 9 e 13 de setembro, entrevistou 2.000 pessoas em todo território nacional e, considerando nível de confiança de 95%, tem margem de erro estimada de 2 pontos percentuais (p.p.).
• De forma geral, a pesquisa mostra que os brasileiros seguem pessimistas sobre a atuação do governo federal, uma vez que a avaliação negativa ainda se sobressai à positiva em todas as áreas avaliadas pelo instituto. Além disso, o estudo revela que, na comparação com os dados divulgados em junho, há variações importantes em três, das nove áreas: desemprego, meio ambiente e política externa.
• A educação segue com melhor avaliação, seguida pelo combate à fome e à pobreza. Por outro lado, a segurança pública e áreas econômicas, como o combate à inflação e, principalmente, o controle e corte de gastos públicos, continuam sendo as maiores fragilidades do governo, apresentando os piores índices de avaliação e sem sinais de melhora significativa.
“Embora as avaliações positivas permaneçam estáveis na maior parte dos indicadores, a pesquisa identifica sinais de desgaste em áreas importantes. O aumento das avaliações negativas em desemprego, meio ambiente e política externa sugere uma percepção mais crítica dos brasileiros sobre temas associados à capacidade de entrega do governo", avalia Márcia Cavallari, líder de pesquisas Ipsos-Ipec.
• A educação permanece como a área mais bem avaliada do governo. Em comparação com junho, o cenário é de estabilidade: a avaliação ótima/boa mantém-se em 35%, enquanto a ruim/péssima oscila de 38% para 41% e a regular, de 25% para 21%.
• Os indicadores também permanecem estáveis no combate à fome e à pobreza. A avaliação negativa varia de 41% para 43%, a positiva passa de 33% para 34% e a regular vai de 24% para 22%.
• Já a percepção sobre a atuação do governo no combate ao desemprego apresenta piora na comparação com junho: a avaliação ruim/péssima cresce de 40% para 45%, ao passo que a ótima/boa oscila de 32% para 31% e a regular passa de 26% para 23%.
• Na área do meio ambiente, também observa-se piora. Aumenta 5 pontos percentuais (p.p.) a avaliação negativa, que passa de 37% para 42%, enquanto a regular cai 6 p.p., de 29% para 23%. A avaliação positiva, por sua vez, se mantém estável, variando de 29% para 31%.
• O desempenho do governo na área da saúde não apresenta alteração estatisticamente significativa em relação aos dados de junho. A opinião negativa vai de 43% para 47% em setembro, a positiva passa de 29% para 31% e a avaliação regular oscila de 26% para 22% no mesmo período.
• Porém, na área da política externa e das relações do governo com outros países, a avaliação ruim/péssima cresce 5 p.p. (de 39% em junho para 45% na pesquisa atual), enquanto a regular recua 7 p.p. (de 26% para 19%); a avaliação ótima/boa oscila de 28% para 31%.
• A percepção da atuação do governo na segurança pública segue estável e majoritariamente negativa, visto que pouco mais da metade dos brasileiros (51%) considera ruim/péssima a atuação do governo nessa área (eram 47% em junho). A avaliação positiva varia de 26% para 25% e a regular de 25% para 22%.
• Assim como nas demais áreas econômicas, a percepção sobre o combate à inflação permanece estável, mas figura entre os principais desafios do governo. A avaliação ótima/boa oscila de 23% para 25%, a regular de 24% para 20% e a ruim/péssima de 49% para 51%.
• Por fim, o controle e corte dos gastos públicos continua sendo a área com pior avaliação, chegando a 54% de avaliação negativa (anteriormente eram 51%). A medida positiva oscila de 20% para 24%, enquanto a regular varia de 23% para 19%.






Faça o download abaixo e confira o gráfico das demais áreas de atuação.
Período de campo: a pesquisa foi realizada entre os dias 9 e 13 de setembro de 2026.
Abordagem: pesquisa presencial.
Tamanho da amostra: foram entrevistados 2.000 eleitores em 130 municípios.
Margem de erro: a margem de erro estimada é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos sobre os resultados encontrados no total da amostra.
Nível de confiança: o nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento. Solicitante: estudo realizado pela Ipsos-Ipec em sua pesquisa Omnibus (BUS) mensal.