A classe média em África

Estudo Ipsos explora uma classe média em ascensão.

A classe média em África

Compreender a classe média é importante para o lançamento e crescimento das marcas, em qualquer mercado, e crucial na abordagem a adotar perante novas estratégias de negócio que se pretendem bem-sucedidas. Embora o conceito de classe média abarque consigo uma noção de estabilidade financeira, uma cultura de consumo desenvolvida e uma trajetória clara de crescimento, conhecer a classe media africana implica uma análise contextual proeminente.

O mais recente estudo da Ipsos, em parceria com o Instituto de Marketing Estratégico da Unilever, na UCT (Universidade de Cape Town), propõe que a classe social deva ser definida não apenas através do valor monetário ganho por dia, mas de um olhar atento pelas atitudes e comportamentos dos indivíduos, compreendendo a conjuntura do consumidor no continente, analisando temas como as Africafinanças, o consumo, a tradição, nutrição, educação e aspirações, assim como os relacionamentos com as marcas e os meios de comunicação social.

Desenvolvido o ano passado nas principais 10 cidades da África Subsariana*, o estudo "African Lions: Who are africa’s rising middle class?” permitiu compreender que a classe média africana é agora composta por mais de 100 milhões de pessoas, representando este grupo um gasto total de mais de 400$ milhões por dia.

Para a classe média africana os desafios incluem salários imprevisíveis (3/4 dizem que o seu salário varia de mês para mês) e as pobres infraestruturas nas cidades resultam numa falta de necessidades básicas em casa (apenas 42% têm água em casa, por exemplo). Contudo, independentemente de todos os desafios, as marcas assumem entre os indivíduos uma conotação positiva, existe um sentimento de otimismo e de esperança derivado do espírito empreendedor, e observa-se um crescimento da urbanização e da população mais jovem.

2/3 da classe média africana têm menos de 35 anos, uma divisão demográfica positiva para os marketers que poderão assim prever um crescimento do poder de compra.

Entre outros insights, o estudo explora uma definição aprofundada da classe média africana e identifica os pressupostos mais desafiantes deste target, analisa e compreende o consumo em África e o poder que as marcas exercem nos consumidores, elucida os profissionais de marketing para as principais considerações a ter (como o sejam os diferentes hábitos e tradições de região para região), e, por fim, prevê possíveis acontecimentos futuros.

Quer compreender melhor a classe média africana? Saiba mais sobre o estudo em “African Lions: Who are Africa’s rising middle class?”.

*O estudo “African Lions: Who are Africa’s rising middle class?” foi realizado em 10 cidades da África subsariana: Acra (Gana), Adia Ababa (Etiópia), Douala (Camarões), Dar es Salaam (Tanzânia), Abidjan (Costa do Marfim), Kano e Lagos (Nigéria), Luanda (Angola), Lusaka (Zâmbia) e Nairobi (Quénia).

IPSOS APEME EM ÁFRICA

No seio de uma geografia próxima e de um percurso histórico comum, a Ipsos Apeme tem, ao longo dos anos, desenvolvido estudos no continente africano, junto de vários targets e diferentes regiões. Para grandes players de mercado, já explorámos o consumo numa diversidade de sectores como o sejam o do grande consumo (alimentação, bebidas, higiene do lar, higiene pessoal e beleza), da banca, da publicidade e comunicação social, e do mercado de luxo. Estamos, ainda, envolvidos no projeto Observatório Angola como parceiros da Return on Ideas, cujo objetivo principal é perceber a nova sociedade de consumo angolana.

Para obter mais informação sobre a nossa presença no mercado, entre em contacto!