“Ser mais digital significa, para as marcas, ser mais humano”

O novo estudo intitulado "𝙀𝙪, 𝘾𝙤𝙣𝙨𝙪𝙢𝙞𝙙𝙤𝙧 𝘿𝙞𝙜𝙞𝙩𝙖𝙡 - 𝙀𝙭𝙥𝙚𝙘𝙩𝙖𝙩𝙞𝙫𝙖𝙨 𝙦𝙪𝙚 𝙖𝙥𝙤𝙣𝙩𝙖𝙢 𝙦𝙪𝙤𝙩𝙞𝙙𝙞𝙖𝙣𝙤𝙨 (𝙧𝙚)𝙞𝙢𝙖𝙜𝙞𝙣𝙖𝙙𝙤𝙨" já foi apresentado e inclui pela primeira vez um manifesto.

“Ser mais digital significa, para as marcas, ser mais humano”

O novo estudo "Eu, Consumidor Digital - Expectativas que apontam quotidianos (re)imaginados",  do The Consumer Intelligence Lab em parceria com a Ipsos Apeme, Return On Ideas e a Augusto Mateus & Associados, foi apresentado no mês passado no campus da Nova SBE, em Carcavelos.  

A apresentação teve início com a revelação do manifesto "Ser mais digital significa, para as marcas, ser mais humano" , o qual veio servir para melhor compreender a relação entre o mundo digital e o consumidor português.

Se por um lado, a tecnologia já se encontra integrada na forma como as pessoas aprendem, tratam e lidam com o que as rodeia no do dia-a-dia. Por outro, na próxima década o impacto estima-se maior e as mudanças tecnológicas que até agora se têm vivenciado, ir-se-ão intensificar. Mudanças estas que implicam: 

"(...) um outro modo do ser humano, uma outra pirâmide de necessidades e desejos, uma outra forma de projeção do eu, de comunicação, de viver em sociedade."

Mas chegar e/ou acompanhar esses novos comportamentos, exige que as empresas e marcas acompanhem e encarem toda esta envolvente com um novo compromisso e seriedade, encontrando um propósito humano nas suas estratégias digitais.

Importa compreender aquilo que os consumidores querem, precisam e gostam no digital. Importa perceber em que momentos devem intervir para que se tornem relevantes. 

O estudo e sua apresentação ajudaram a compreender o estágio de digitalização em que o mercado português se encontra. Foram identificadas lacunas e necessidades não atendidas do consumidor português face ao digital e compreendeu-se, entre outros, aquilo que os consumidores procuram:

  • serviços de facilitação e simplificação do quotidiano
  • melhorias estruturais na experiência de comércio
  • interações informais, fáceis, práticas e fluídas
  • estreitas relações digitais de conversação informal
  • momentos de lazer através do mobile

Resta às empresas o desafio de prestar atenção às forças e às mudanças de paradigma que se evidenciam, de olhar para todos os espaços de inovação mais disruptivos e serem as primeiras a(re)imaginar quotidianos, da forma mais humana possível. 

Para ter acesso a todos os resultados do estudo e fazer parte da Comunidade C, entre em contacto!


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