Análise detalhada do Termômetro Macroeconômico da Ipsos revela que, embora a confiança geral tenha subido, a expectativa para o próximo semestre recuou. Melhora na renda atual e segurança no emprego impulsionam compras de alto valor agora.
Pesquisa Ipsos-Ipec indica que metade dos brasileiros conhece os Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, mesmo que de ouvir falar; população atribui ao Poder Público a responsabilidade pela implementação.
Dez anos após o lançamento da Agenda 2030, levantamento revela que percepção dos brasileiros se concentram em necessidades básicas como saúde, pobreza e educação, enquanto a expectativa de liderança governamental na implementação dos objetivos cresce significativamente.
Em um cenário de cautela global, a confiança do consumidor brasileiro mostra sinais de resistência. Com a leve alta de 0,6 ponto, o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) do Brasil alcança 51,7 em setembro, sustentado por um mercado de trabalho aquecido.
Levantamento Ipsos-Ipec e Instituto Cidades Sustentáveis aponta que a necessidade de renda extra é mais crítica em Belém, Manaus e Fortaleza. Em São Paulo, 71% sentem o aumento da fome e pobreza, maior índice do país. Estudo também mostra que avanço educacional entre gerações não garante prosperidade.
O Índice de Confiança do Consumidor da Ipsos aponta estabilidade no Brasil em agosto, com 51,0 pontos. Apesar da leve queda, o país mantém resultado superior ao da Argentina e próximo ao dos Estados Unidos, refletindo um cenário econômico desafiador na região.
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Percepção negativa sobre realidade e desejo por lideranças fortes e fora das regras caracterizam sentimento brasileiro revelado na pesquisa Ipsos Populism Report 2025