Marina Petrucci, Country Manager Ipsos Apeme, partilha connosco a sua opinião sobre um "tema polémico, ou pelo menos discutível, o das certificações, prémios, selos e outros tipos de reconhecimento público das marcas..."
No nosso mais recente Ipsos View “More equal than others”, aprofundamos os desafios colocados pela desigualdade, destacando as suas várias dimensões e lançando luz sobre a necessidade imperativa de esforços proativos para enfrentá-la de frente.
Aliada ou adversária, a Inteligência Artificial generativa veio para ficar. De que maneira essa tecnologia vai afetar os estudos de mercado qualitativos? Neste “Ponto de Vista”, a nossa especialista em estudos qualitativos, Paula Mateus, avalia o impacto da IA, sem dramatismos nem deslumbramento. Ideia-chave: é essencial cultivar uma mente aberta à mudança.
O viés de familiaridade e o medo são alguns dos obstáculos que impedem os participantes de workshops de chegarem a ideias inovadoras. Não sendo um substituto das equipas, a IA generativa pode fomentar o pensamento divergente e alargar o leque de possibilidades.
Para garantir a qualidade ideal dos dados, insights e recomendações, é fundamental que os clientes e as agências de pesquisa respeitem as necessidades dos participantes da pesquisa.
Há um novo modelo de avaliação do ESG. Chama-se Dupla Materialidade e promete conciliar os impactos financeiros com os ambientais e sociais. Apresentamos um guia repleto de casos práticos para desmistificar a nova abordagem.
Com o aumento do uso da Inteligência Artificial (IA) nas rotinas de trabalho, fomos testar o seu desempenho em algumas das tarefas mais frequentes nos estudos qualitativos. Os resultados são promissores, ainda que a intervenção humana continue a ser crucial na identificação de preconceitos e prevenção de alucinações.